sexta-feira, 6 de julho de 2012

Hey, estou aqui novamente.


Hoje eu trago pra vocês um vídeo (muito bom) da Tatiana Feltrin. Ela é vlogueira, professora de inglês e formada em Letras “bacharelado” (edição de textos). Eu acompanho há muito tempo os vídeos que ela posta em seu canal do Youtube e em seu BLOG. Esse vídeo é muito interessante, além de ser o primeiro vídeo de seu canal. Nele vocês poderão ver dicas de livros para estudo independente da língua inglesa. 



Antes de voltar às aulas da faculdade mostrarei as minhas comprar de livros baseado nas dicas da Tati. Não se esqueçam de seguir o canal dela.

See you! Kisses.


domingo, 1 de julho de 2012

Como?


Esse blog nasceu a partir da proposta de uma aula da faculdade. Eu sou aluno de Letras, como muitos de meus leitores sabem. Estudo na Pontifícia Universidade Católica de Minhas Gerais, PUC/MG, no bairro Coração Eucarístico em Belo Horizonte.
Para que vocês possam compreender melhor quem eu sou e o que me motiva a alimentar esse blog , destaco o fato de eu estar matriculado em um curso que exige um conhecimento prévio de uma língua estrangeira, no caso, o Inglês ou Espanhol.
Estou no quarto período, na metade do curso. É ai que nasce o drama, aliás, nasce não... Ele cresce, desenvolve-se. Esse “drama”, na verdade, é um pronome para a aquisição da segunda língua. O Inglês.
Para entenderem ainda melhor a minha história e o meu drama, farei agora um breve resumo da minha história, mostrando o meu desenvolvimento como sujeito aluno, e todo o caminho que eu atravessei até chegar à universidade.
Quase sempre fui um aluno de escolas públicas. Desde pequeno vivenciei na pele, a custosa educação sucateada que é oferecida aos alunos matriculados nesse tipo de instituição.
Meu ensino fundamental e médio foram marcados pelas vivências, aluno/professor, defasadas pelas lacunas do sistema público. A educação, mediadora de tal relação, contribuiu muito deficientemente para o meu aprendizado da L2 (segunda língua).
Em ambos os estágios e níveis de ensino, tive que viver semanalmente com o verbo “TO BE”. Verbo esse que me confrontou até me fazer tomar antipatia pelo idioma em questão. Nada mudava. Ano após ano a matéria permanecia a mesma. Enquanto a matéria prosseguia em uma estrada retilínea e sem fim, o meu interesse descia, declinava em meio aos barrancos, pedras e desânimos, por morro abaixo.
Em fim, (desculpe pelas diversas marcas de oralidade), para não prolongar tanto esse texto, cheguei à faculdade de Letras, e me deparei com o infortúnio de não saber quase nada de Inglês. Uma bagagem quase vazia. As poucas coisas a mais que eu sabia, eram fruto da minha busca extra-escolar, já que, como vocês puderam ver, se fosse pela instituição, ainda menos a mala estaria.
Hoje, por meio desse blog, eu espero poder compartilhar com vocês, de maneira mais aprofundada e íntima, as minhas angústias, alegrias, dificuldades, anseios... Enfim, todas as experiências oriundas do caminho que leva ao aprendizado da Língua Estrangeira.
Aguardem os próximos textos. Aqui será um espaço de sincero registro, quase um diário. Portanto, todas as preocupações com formalidades textuais serão desconsideradas.
See You!

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Expressões mais usadas no Inglês

Pessoal, esse vídeo é muito interessante, pois mostra de maneira prática algumas expressões muito usuais.

domingo, 8 de abril de 2012

Letra e Tradução_ Back to Black de Amy Winehouse


DE VOLTA AO LUTO


(original)
He left no time to regretKept his dick wetWith his same old safe betMe and my head highAnd my tears dryGet on without my guyYou went back to what you knewSo far removed from all that we went throughAnd I tread a troubled trackMy odds are stackedI'll go back to black
We only said goodbye with wordsI died a hundred timesYou go back to herAnd I go back to.....
I go back to us
I love you muchIt's not enoughYou love blow and I love puff
And life is like a pipeAnd I'm a tiny penny rolling up the walls inside
We only said goodbye with wordsI died a hundred timesYou go back to herAnd I go back to
Black, black, black, black, black, black, blackI go back toI go back to
We only said goodbye with wordsI died a hundred timesYou go back to herAnd I go back to
We only said goodbye with wordsI died a hundred timesYou go back to herAnd I go back to black 

http://www.vagalume.com.br/amy-winehouse/back-to-black-traducao.html#ixzz1rVZboxuK


(tradução)
Ele não perdeu tempo em se arrependerFica na meia bombaCom sua velha certeza de que isso vai acontecerEu com minha cabeça erguidaE minhas lágrimas que já secaramTenho que seguir em frente sem meu caraVocê voltou para aquilo que já conheciaE já se esqueceu de tudo que passamos juntosAndo por uma trilha perigosaEstá tudo indo contraEu vou voltar a ficar de luto
Nós apenas dissemos adeus com palavrasEu morri umas cem vezesVocê volta pra elaE eu volto
Eu volto pra nós
Te amo tantoMas isso não é suficienteVocê ama pesado, e eu gosto do leve
E a vida é como um canoE eu sou uma minuscula moeda rolando parede adentro
Nós apenas dissemos adeus com palavrasEu morri umas cem vezesVocê volta pra elaE eu volto
Luto, luto, luto, luto, luto, luto, luto, lutoEu voltoEu volto
A gente só deu adeus com palavrasEu morri umas cem vezesVocê volta para elaE eu volto para
Nós apenas dissemos adeus com palavrasEu morri umas cem vezesVocê volta para elaE eu volto para o luto

http://www.vagalume.com.br/amy-winehouse/back-to-black-traducao.html#ixzz1rVZndUy5


Minhas experiências no aprendizado do Inglês!



Para pensar sobre a maneira com que um indivíduo adquire a habilidade de aprender uma determinada habilidade, ou, até mesmo, uma língua, podendo esta ser materna, ou não, devemos refletir como esse processo se dá, e nada melhor que enxergá-lo sob o prisma das próprias experiências referente a esse assunto.
            Todo o meu percurso escolar é caracterizado por ter se passado em instituições públicas, desde a pré-escola até a formação no Ensino Médio. Eu não tive uma experiência muito completa, que me possibilitasse, por exemplo, um aprendizado do idioma estrangeiro de maneira satisfatória.
Sempre fui um aluno interessado, eu tinha fome por aprender e, motivado por essa busca, sempre ultrapassava a linha do aprendizado proposto pelo professor, em relação à turma. Em virtude dos meus passos serem largos nas aulas, o meu ritmo tornou-se desproporcional, diante dos colegas de classe e, até mesmo, diante de alguns professores. A partir de então, em pouco tempo, me tornei mais um aluno desinteressado no sistema de educação pública, pois a minha caminhada, sozinho, fez o percurso se tornar chato. “O único lugar onde o êxito chega antes do trabalho é no dicionário”. (Vidal Sassoon)
Percebo que não tive muitas experiências interessantes no que se refere ao Inglês.
Desde as minhas histórias mais primordiais até, "as ditas", mais avançadas, não pude notar muita evolução, devido a meus antigos professores persistirem, ano após ano, no método de ensino do verbo "TO BE". Tudo muito comum, nada inovador.
         
   Hoje, já tendo percorrido essa etapas, atribuo o meu vago conhecimento aos Cd's dos Beatles, Brian Adams e Roxette, que nas tardes de sábado, minha mãe escutava no antigo som, na casa de minha avó. "É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer." (Aristóteles)
Em uma compilação, fazendo um ajuntamento de meus razos conhecimentos, tento acrescentar mais peso à minha leve bagagem nas práticas discursivas em Inglês.
            Através dessa construção textual, nessa distribuição de signos lingüísticos, todos intimamente costurados, teço sobre o meu processo de cognição, tendo em vista que o mesmo se deu graças à cultural musical que percorreu toda minha história e me deu as mãos nesse desenvolvimento.
            Ainda inserido em um contexto acadêmico universitário e, paralelamente, me construindo como um sujeito professor, penso no meu passado como mais um aluno submetido a uma má qualidade de educação disposta pelo governo, e penso em formas de transmitir o saber aos meus futuros alunos.


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