domingo, 8 de abril de 2012

Minhas experiências no aprendizado do Inglês!



Para pensar sobre a maneira com que um indivíduo adquire a habilidade de aprender uma determinada habilidade, ou, até mesmo, uma língua, podendo esta ser materna, ou não, devemos refletir como esse processo se dá, e nada melhor que enxergá-lo sob o prisma das próprias experiências referente a esse assunto.
            Todo o meu percurso escolar é caracterizado por ter se passado em instituições públicas, desde a pré-escola até a formação no Ensino Médio. Eu não tive uma experiência muito completa, que me possibilitasse, por exemplo, um aprendizado do idioma estrangeiro de maneira satisfatória.
Sempre fui um aluno interessado, eu tinha fome por aprender e, motivado por essa busca, sempre ultrapassava a linha do aprendizado proposto pelo professor, em relação à turma. Em virtude dos meus passos serem largos nas aulas, o meu ritmo tornou-se desproporcional, diante dos colegas de classe e, até mesmo, diante de alguns professores. A partir de então, em pouco tempo, me tornei mais um aluno desinteressado no sistema de educação pública, pois a minha caminhada, sozinho, fez o percurso se tornar chato. “O único lugar onde o êxito chega antes do trabalho é no dicionário”. (Vidal Sassoon)
Percebo que não tive muitas experiências interessantes no que se refere ao Inglês.
Desde as minhas histórias mais primordiais até, "as ditas", mais avançadas, não pude notar muita evolução, devido a meus antigos professores persistirem, ano após ano, no método de ensino do verbo "TO BE". Tudo muito comum, nada inovador.
         
   Hoje, já tendo percorrido essa etapas, atribuo o meu vago conhecimento aos Cd's dos Beatles, Brian Adams e Roxette, que nas tardes de sábado, minha mãe escutava no antigo som, na casa de minha avó. "É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer." (Aristóteles)
Em uma compilação, fazendo um ajuntamento de meus razos conhecimentos, tento acrescentar mais peso à minha leve bagagem nas práticas discursivas em Inglês.
            Através dessa construção textual, nessa distribuição de signos lingüísticos, todos intimamente costurados, teço sobre o meu processo de cognição, tendo em vista que o mesmo se deu graças à cultural musical que percorreu toda minha história e me deu as mãos nesse desenvolvimento.
            Ainda inserido em um contexto acadêmico universitário e, paralelamente, me construindo como um sujeito professor, penso no meu passado como mais um aluno submetido a uma má qualidade de educação disposta pelo governo, e penso em formas de transmitir o saber aos meus futuros alunos.


VISITEM MEU OUTRO BLOG:

Nenhum comentário:

Postar um comentário